O milagre da chuva
Um verde pasmo envolve o pasto,
no céu acende um branco vasto.
Em campo aberto, a brisa voa,
e a voz de um quero-quero ecoa.
Se corre um carro pela rua,
de bate e pronto o pó flutua.
O sapo canta um canto grave,
pedindo ao céu que a terra lave.
É quando Deus dissipa as nuvens,
e tu, milagre vivo, vens.
Teu banho alenta o que desseca,
batiza a tez da terra seca.
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